sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um dia de merda...

Aeroporto Santos Dumont, 15:30.

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas.
Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.
"Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30".

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração
e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:

"Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto
porque preciso largar um barro."

"Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda."

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: "Senhoras e senhores,
nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora,
devido a obras na pista.

"Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação anus a qualquer momento.

Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era,
aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em
um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.
Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.
Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.
Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo,
procurando um pouco depiedade, e confessei sério:

"Cara, caguei!"

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois,
aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.

"Que se dane, me limpo no aeroporto", pensei.

"Pior que isso não fico".

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.
Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e
sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das
que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois
um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o
que era um peidinho para quem já estava todo cagado...

Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela
quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta
caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício
absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos
curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no
bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: "Agora chega, né?"

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o "check-in" e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o portão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de
qualquer protesto de minha parte. "Ele tinha despachado a mala com roupas". Na mala de mão só tinha um pulôver de gola "V".

A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam,
de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se esprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão
de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa.

Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para
disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar
os pulsos, mas decidi não pedir:

"Nada, obrigado."

Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...

Obs: Fonte Desconhecida.
Obs1: Coisa de Gay esses OBS.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Pião Humano

Guia definitivo para as piadas de 8ª série

Olá amiguinho.

Você está cansado de ser o bobinho de sua galerinha?
Você sempre cai nas piadinhas de seus amigos?

Então grite comigo...

Sim,o Mário já me comeu atrás do Armário!!!

Então para você deixar de ser o trouxa e começar a sacanear seus coleguinhas,eu irei passar um Tutorial de como não cair nas pegadinhas de seus amiguinhos.


Que time é teu?


O adversário quer que você diga o nome de um time. Quando você responder "Vasco" (ou qualquer time inferior), ele vai rir e dizer para todo mundo que o time inteiro do Flamengo "te meteu". Conseguiu entender a relação entre "time é teu" e "te meteu"? Sim, a pronúncia deixa tudo muito confuso. Mas há uma saída. Basta você responder: "Bateu na trave entrou no teu". Normalmente, os outros colegas que estão por perto e ouvem isso chegam a urrar para saudar a inteligência da resposta. Agora você terá direito de bater no garoto mais bobo do grupo.


Você está num navio com seu cachorrinho chamado Nabunda. O barco afunda. Você leva Nabunda ou deixa Nabunda?


Aqui, seu colega acha que te encurralou bonito. Não há escapatória! Você vai acabar dizendo que leva ou deixa na bunda. No momento de angústia, você pode até dizer que "leva Nabunda" pensando que levar é melhor que deixar, já que quem deixa está gostando. Mas calma, aí! Há um jeito de sair por cima! A resposta certa é "Nabunda nada". Diga essa frase com calma, explicando que o cachorro é inteligente e sabe nadar. O resto da turma vai ter certeza de que você é o cara mais esperto entre eles e você terá, automaticamente, autorização para pegar a irmã de qualquer um deles.


Meu pai está pensando em fazer um churrasco. Com 30 quilos de carne dá pra 20 comer?

Cuidado! Esta é perigosa ao extremo. O malandro à sua frente quer que você pense" Se cada pessoa come menos de um quilo de carne, 30 quilos são o bastante para 20 comerem ". Aí você responde" sim "e vira um otário. Na verdade, ele está perguntando "Com 30 quilos de carne dá para vim te comer?" Sim, há um erro gramatical nessa frase, pois o certo seria "vir te comer". Mas ninguém vai ligar para isso quando você disser "dá, sim!". Então jamais diga isso, nem acene a cabeça que sim. Diga "Acho que não. Mas também não sou bom de contas. Como você, certo?" O cara vai ficar confuso e vai acabar dizendo "certo". Nesse caso, foi você que o fez de trouxa. Perceba que sua última frase pode ser interpretada como "Eu como você, certo?". Se seus colegas não perceberem, chame a atenção para o fato. Você é quem manda agora. Quando aquela gordinha que todos seus vizinhos pegaram aparecer grávida, todos vão livrar sua cara. Mesmo que pelos cálculos você seja o mais suspeito de ser o pai da criança, seus amigos vão dizer que o filho pode ser de qualquer um deles, menos seu.

Você tem dado em casa?

Como jogador de RPG, ainda periga você dizer que tem dado de quatro, se referindo ao número de faces da peça. Se fizer isso, é melhor mudar de cidade. Na verdade, o bastardo está perguntando se você tem sido sodomizado em seu próprio lar, já que o verbo "dar", no imaginário popular, geralmente é usado para o ato de oferecer o ânus ou a vagina. Pois é, você teria confessado algo que nunca fez. Vamos tentar colocar seu adversário na posição de vítima. Diga assim: "Não. Mas posso passar de bicicleta rapidinho na sua casa para ver se tem lá. O problema é que tenho que encher o pneu. Não vi posto nenhum na frente de sua casa. Por acaso tem posto atrás?". Se ele disser "sim" ou mesmo um "mais ou menos", você está feito. Como? Ele acabou de dizer que tem "posto atrás", ou seja, que tem "introduzido algo em seu orifício anal". Você acabou de derrotá-lo. Seus amigos já não vão mais rir tanto quando você declarar que gostou do refrão da música das meninas do Rouge.


Você pinta como eu pinto?

Essa pergunta é bem velha, do tempo em que chamavam os órgãos sexuais masculinos de pinto. Mas ainda há vítimas para ela. Preste atenção na hora de responder. Na verdade, seu amigo está tentando ludibria-lo, perguntando se você brinca com o pênis dele. O truque está na semelhança fonética com a frase "Você pinta com o meu pinto?". A resposta é simples: "Não. Não pinto com broxa". Desse modo você nega que usa o pênis dele e ainda insinua que ele não tem vigor sexual. Como? Reparem que broxa, além de ser aquele instrumento usado por pintores de parede é também um dos sinônimos para impotente. Pode usar sem problemas. É muito eficaz. Seus amigos vão ficar tão admirados contigo que jamais vão marcar um encontro para um dia que você não puder comparecer.

Apresentação...

Aew gurizada...

Blz?


Meu nome é Rafael,mas por um fato que ocorreu com minha pessoa me apelidaram de Dingo.
Vocês sabem né?Apelido só pega quando o infeliz fica mordido e na real foi bem isso que aconteceu comigo.


Sou como qualquer jovem brasileiro da minha idade
: [Pobre,Burro e Vagabundo] Legal,Inteligente e Trabalhador.

Vou contar como surgiu a idéia de criar o blog...


Era um dia normal como os outros...

O sol brilhava lá fora,os passáros cantavam,[as putas estavam comprando pomada para assaduras e os favelados sendo presos.]
Tirando a parte do Sol lá fora e os passáros cantando,era tudo verdade. XD

Na verdade o dia tá frio pakas e chuvendo,então sem nada para fazer decidi criar esse tópico para poder divertir os [Idiotas] leitores.

Queria deixar um salve para a galera da 201 do Tuiuti,pro duff da 203,pro meus parceiro de balada e um beijo pra Jéssica. S2